A noite foi boa. Me faz pensar em quanto mais eu tenho de aproveitar a vida.
Ficar nos braços dele me fez sentir mais humana, e recentemente,somente o ódio e a tristeza tem me feito sentir viva.
Ficar no estado da indiferença é muito confortável. Parece um bunker super protegido que faz com que você olhe para os outros humanos como se todos fossem crianças: inocentes até demais. O grande problema quando você se torna indiferente demais é que você não se preocupa com as dores de ninguém, e ninguém ligará para a sua.
Por algumas horas senti o lampejo de como é bom se sentir viva. Sentir que poderia mais uma vez me entregar por inteira, sem medo do que o futuro trará ou não. Há algum tempo eu venho lutando para deixar as cicatrizes de lado, pelo menos relacionadas à saúde. Pelo visto,tenho que me livrar dessas centenas de feridas em meu coração antes de qualquer coisa.
Tenho medo de muita coisa, aliás, como qualquer ser humano. Eis outra coisa que me faz sentir humana: o medo. Tenho medo de ser rejeitada. Tenho medo de ser ridícula. Tenho medo de entregar meu coração e que o despedacem em mil pedaços. Tenho medo de não ser feliz. Tenho medo de ser feliz e achar que é demais para mim. Por isso meu estado medíocre de indiferença, uma estupidez que me destaca dos demais humanos. Por isso que o nada me é melhor do que passar por ótimos momentos.
E isso tudo foi por causa de apenas uma noite. Uma noite que para mim será inesquecível. Eu não agradeceria por apenas me pagar uns chopps, pagar o táxi... Eu simplesmente diria: obrigada por me fazer sentir viva. De tanta vontade de expressar através dos desenhos um mundo sombrio, acabei por me sufocar pelos próprios braços de minha solidão. Afundo-me como uma ostra. Acredito que depois de um tempo uma bela pérola sairá. Mas antes disso, vou ter que encarar meus abismos e meus limites, para quem sabe, eu possa me doar por inteira, e não aos pedaços.
Houve um tempo em que me entregava sem medo. Como sinto falta desses dias. Falta da inocência. As pessoas tornaram-se tão más que fui me deixando contagiar pela maldade delas. Não posso mais viver assim. Não vivo com leveza, não sei deixar rolar, não sei o que tiver de ser será. Quero tudo pra hoje, para agora, quero ter controle e domínio sobre tudo - quem dera...
Essa dita confiança de gosto de passar para todos ao meu redor... É uma característica minha e não posso exigir o mesmo dos outros - mas seria tão bom se todos fossem verdadeiros com os outros...
Vivendo de ilusão, como seria bom se pudéssemos falar o que quiséssemos, sem medo de sermos mal interpretados ou algo do tipo. Tenho medo de dizer que adorei a noite e que queria que todas as noites fossem assim; não iguais, mas imprevisíveis e maravilhosas.
"Taí", concluí. "Tenho medo do desconhecido". "Tenho medo do que me foge ao controle. Devo ter medo da vida também, já que a morte... Se eu quiser morrer é só botar um revólver na boca."
"Querido, você não tem ideia do quanto que me é complicado agir de acordo com o 'contrato social'. Esse que se faz invisível e diz por sinais cegos e mudos o que deve-se ou não fazer. Não sei esperar uma semana, um mês para dizer que gostaria de ter sua companhia, seus beijos todos os dias. Não sei fingir que fiquei o dia todo pensando em você e que fiquei triste, por esse meu medo do imprevisível. Medo de você ser imprevisível. Não sei ser normal, não sei como não ser paranóica (pelo menos às vezes), não sei se desejar você só para mim seria egoísmo demais..."
"Moço, você mexe comigo. Há anos eu não sentia meu coração palpitar como eu senti. Às vezes é bom se sentir como adolescente. Acreditar que tudo pode durar pra sempre... Mas no fundo, sabemos que não é bem assim né? Ou será que pode ser? Aí é querer garantir o futuro demais..."
Talvez eu ainda continue como uma romântica incorrigível, escondida numa armadura fria e obscura. Ainda tenho um coração que bate, apanha, bate, apanha, apanha e apanha.
Creio que um dia eu ainda chegue lá. Espero.
"...Se fosse só sentir saudade
Mas tem sempre algo mais
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora
Que estou sozinho
Mas não venha me roubar...
(...)
Vai ver que não é nada disso
Vai ver que já não sei quem sou
Vai ver que nunca fui o mesmo
A culpa é toda sua e nunca foi...
Mesmo se as estrelas
Começassem a cair
A luz queimasse tudo ao redor
E fosse o fim chegando cedo
Você visse o nosso corpo
Em chamas!
Deixa, pra lá...
Quando as estrelas
Começarem a cair
Me diz, me diz
Pr'onde é
Que a gente vai fugir?"
sem acentuações...
sabe o que é querer poder ter alguém pra pensar em uma boa parte do dia, querer cuidar, abraçar e enfim, ver sempre essa pessoa?
poder dizer que gosta de verdade dessa pessoa, sem medo que esteja sendo uma idiota num deses jogos de sedução (que podem até ser bons, mas todos são a mesma coisa: receitinha básica e infalível, chata e superficial). não, não quero viver a vida alheia, quero ser uma companhia ao invés de um encosto.
também não quero viver somente para outro, mas queo que nossas existencias se interceptem e que haja trocas, experiencias boas e até mesmo as ruins...
22 anos. há 10 anos atrás, eu devia estar a escrever sobre a mesma coisa, mas de uma forma mais juvenil e quem sabe no formato de um poeminha. esse assnto sempre foi uma das principais temáticas da minha vida: o relacionamento amoroso. como é bom se apaixonar e sentir-se correspondida. como seria bom poder confiar no que alguém lhe diz, sem achar que é só mais um papo daqueles para levar-me para a cama. seria melhor ainda se ao invés de máscaras e enfeites, encontrássemos pessoas de verdade, que têm sentimentos ao invés de padrões de vida urbana moderna. que o sorriso fosse um sorriso de felicidade mesmo, e não por causa do efeito da bebida.
as noites seriam menos solitárias, e duas vozes poderiam se encontrar e quem sabe até mesmo silenciarem, mas que o olhar fosse algo espontâneo e ao mesmo tempo desejoso...
olhos chorosos foi tudo o que tive hoje, um dia daqueles, em que se chora até por não ter papel higiênico por perto. nunca algo desse tipo me havia ocorrido, e agora estou aqui, a escrever sobre o que poderia ser bom... e que eu duvido que aconteça, por mais que eu queira retornar àquela priscila que acreditava nos sentimentos alheios. hoje vejo o mundo com muita descrença, e realmente, não me orgulho disto. mas se eu mudar essa visão, pode ser que eu me machuque mais ainda... ou não. arriscar seria o certo,mas cadê a garantia? onde eu assino nesse contrato de que serei ressarcida?
viver não tem volta.
que bom.
Coloquei Boards Of Canada para tocar, e logo virá o famoso Brainstorm. Após algumas poucas horas de sono, o mau humor estabeleceu-se por completo. Seria esse o mal que tanto afasta as pessoas? Ter vivido tanto parece ser um problema quando você encara situações novas. Os traumas e as cargas que você carrega consigo são mais difíceis de elimininar que o vetor da dengue. As memórias estão lá, elas te perseguem e você por um momento crê que tenha mudado, evoluído. Mas as cinzas de teu passado estão lá, ainda te lembrando de um momento padrão, com pessoas padrão, num clima padrão e tudo é o padrão- o referencial. Você de um modo sutil cria um conjunto de moral e comportamento, aprecia um novo tipo de música, acompanha o noticiário da TV, se choca com a realidade e diz que o mundo está perdido.
Num insight, me dou conta é que a esperança foi perdida. All hope is lost. Nietzsche queria alguém com quem envelhecesse junto, e depois tornou-se um exemplo a ser seguido por jovens socialistas, anarquistas, comunistas, qualquer coisa -ista. O quê eu quero dizer com isso tudo? Simples. Estamos seguindo os passos alheios, de outrens. Podemos passar pelos mesmos erros, mesmas falhas ou não; pode ter uma luz que guie um novo caminho. O que nos falta é o verdadeiro tentar, se libertar dos ditos joguinhos de sobrevivência, sedução, amizade e o que for. Somos maiores do que as regras invisíveis. Hoje, podemos tudo, e é só disso que não sabemos lidar.
Só me falta ter escrito na testa: carente.
Esses dias têm sido difíceis. É chato para eu lidar com plano decaindo. Já tive tantos outros destruídos, mas esse... Sonhei um dia que seria muito feliz lecionando e hoje o que menos suporto é a idéia de lecionar Ciências/Biologia. Sinto que ainda não me encontrei, não só na área profissional como na sentimental.
A sentimental eu considero um desastre eterno. Não sei se estou seletiva demais ou se eu que não sou lá grandes coisas. É tão difícil assim encontrar alguém com quem você se dê bem e que possa rir junto? Amizade? Até gosto.
Mas gostaria de algo a mais, algo que fosse p/ valer e que tivesse sentimento. Está a cada dia mais difícil eu sentir algo por alguém, e é desse sentir que tenho saudade. Alguém p/ cuidar, abraçar, beijar, conversar... Você pode até pensar "mas pode ficar com alguém!". Sou tradicional. Conservadora e ultrapassada, ao menos nesse sentido. Por mais que seja divertido e mais fácil entrar nessas relações instântaneas, eu quero algo sério e duradouro. Não que não seja divertido: é tudo questão de intimidade.
Acho que a partir de hoje, continuarei sendo seletiva, quem sabe eu terei sorte...
E profissão? Seguirei com Bio até o fim do curso, para ao menos meu pai me ver formada... Depois, sabe-se lá o que pode vir. Artes ou Design?? :D
Ok, isso não é nada do que eu tinha em mente de postar, mas vamos à ridicularização da História. Ela é sempre contada da mesma forma, imagine como seria contada pelo professor Beto ou a tia aqui, Priscila.
(Não somos nazistas!)
_______________________________________
Priscila - Jeg får det til og skje, hva det en vil koste meg! says:
pqp
Priscila - Jeg får det til og skje, hva det en vil koste meg! says:
to imaginando vc estagiando
Priscila - Jeg får det til og skje, hva det en vil koste meg! says:
dando aulaaaaaaaaaaa
Priscila - Jeg får det til og skje, hva det en vil koste meg! says:
hahahahaha
Totenklage™ says:
=s
Totenklage™ says:
isso me deixa tonto
Priscila - Jeg får det til og skje, hva det en vil koste meg! says:
"cabral achou o brasil através da nossa mesma tecnologia atual, o GPS"
Totenklage™ says:
hahahahahahahahaha
Totenklage™ says:
"Hitler era um homem inteligente e bonzinho... porém, todo o preconceito americano, na sua sede de dominar o mundo e, vendo Hitler como ameaça, disseminou a idéia de que o Führer e o Nazismo era algo ruim..."
Totenklage™ says:
"o Cristianismo, em todas as suas vertentes e correntes, é uma das piores pragas do mundo contemporâneo"
Priscila - Jeg får det til og skje, hva det en vil koste meg! says:
"Quem matou os judeus não foi Hitler! Foram os americanos que se disfarçaram de alemães e os mataram!!!!"
Priscila - Jeg får det til og skje, hva det en vil koste meg! says:
"...e desde então pôde-se observar o incrível fascínio da família Bush por guerras."
Totenklage™ says:
"alguém conhece o figura do Inri Cristo? Pois bem, Jesus Cristo foi um louco varrido como o atual Inri Cristo... Vocês conseguem lidar com a idéia de Inri Cristo ser endeuzado como filho de um deus e dono da única verdade? Vocês acham que ele é louco, né?? Pois assim era Jesus Cristo...."
Totenklage™ says:
hahahahaha
Priscila - Jeg får det til og skje, hva det en vil koste meg! says:
hahahah carai beto
Totenklage™ says:
tô mentindo??
Totenklage™ says:
ahahahah
Priscila - Jeg får det til og skje, hva det en vil koste meg! says:
vou bostar no meu plog
Totenklage™ says:
hahahahaahahaha
Totenklage™ says:
com os créditos para o professor beto, por favor